Vender casa em Portugal

Vender casa em Portugal é um processo, muitas vezes, complexo, pelo que será importante que se esclareça sobre as diferentes fases e da documentação mandatária quanto à venda de um bem imobiliário localizado no nosso país; no entanto, para além dos passos obrigatórios, todos os imóveis terão que ser objecto de uma análise personalizada.

 

Sozinho ou com um profissional?

Se está por aqui, é porque haverão, em princípio, questões pertinentes quanto à venda de um bem tão precioso.

Até porque, para além da típica placa de venda e do, sempre tão personalizado, “boca-a-boca”, estarão disponíveis, nos dias de hoje, múltiplas ferramentas que nos permitem chegar a um grande número de potenciais compradores: desde as tão propaladas redes sociais às várias plataformas online dedicadas à divulgação de imóveis, entre outras.

Optando por uma imobiliária esta irá, normalmente e de forma profissional e distinta, promover e publicitar o imóvel, lidar com os potenciais compradores, programar e realizar as visitas, negociar… isto para além de processar toda a documentação necessária, habilitando o imóvel para a sua divulgação e futura venda; é uma opção a remunerar, com comissões sobre o montante da venda que poderão variar entre os 4% e os 6% - chegam-se, no entanto, a observar cifras entre os 3% e os 8%.

No contexto profissional persiste, ainda, uma questão pertinente, quanto ao tipo do contrato de mediação imobiliária (CMI)… em regime aberto ou em exclusivo?

Dúvidas? Fale connosco sobre isso, ou contacte-nos, por email ou por WhatsApp.

Documentação

Documentação necessária
Para que se inicie o processo de venda de um imóvel, a sua promoção, a posterior celebração do Contrato de Promessa de Compra e Venda (CPCV) - com, ou sem, pedido de crédito por parte do potencial comprador - e a respectiva conclusão com a escritura pública, será necessária a obtenção de todos os documentos associados; assim:

  • Certidão de Registo Predial (CRP)
    Obtida na Conservatória do Registo Predial, permite a consulta do histórico do imóvel, dos registos efectuados, nomeadamente os pendentes, para além atestar a sua titularidade; tem a validade de 6 meses, podendo ser requisitada na plataforma Predial Online, com o custo de €15, na sua versão integral.
     

  • Caderneta Predial (CP)
    Também conhecida como certidão matricial, a Caderneta Predial descreve a situação fiscal do imóvel, para além de outras informações relevantes: a sua descrição, a localização, a identificação do(s) proprietário(s) e o valor patrimonial do imóvel, o que validará o cálculo do Imposto Municipal sobre o Imóvel (IMI).
     

  • Licença de utilização (LU)
    É o documento que detalha o tipo de utilização a que se destina o imóvel, o que resulta no seu propósito, habitacional ou não habitacional. Obtêm-se na Câmara Municipal respectiva.
     

  • Planta do imóvel
    A planta do imóvel, que envolve as suas diferentes áreas – bruta ou útil, por exemplo - é o documento que atesta a composição e a distribuição do imóvel, e a respectiva afectação (cozinha, sala, quarto…); a sua consulta é possível, também, junto da Câmara Municipal respectiva.
     

  • Certificado Energética (CE)
    O Certificado Energético é um documento que mede e avalia a eficiência energética de um imóvel, numa escala de muito eficiente (A+) a pouco eficiente (F), validado por técnicos credenciados pela Agência para a Energia (ADENE); é obrigatório, desde 2013, tanto para quem pretende vender, ou arrendar, um imóvel. Tem uma validade de 10 a 8 anos, neste último caso para grandes edifícios de comércio e serviços.
     

  • Ficha Técnica da Habitação (FTH)
    Obrigatório para os imóveis habitacionais edificados depois de Março de 2004, é o documento que contém as informações do projeto arquitectónico, das características da obra, dos materiais envolvidos e de eventuais alterações realizadas na (re)construção do imóvel. 

Avaliação Imobiliária

Assim, o piso de um imóvel, a orientação solar, os acessos, a vista, a tipologia, a qualidade construtiva, a data da construção, os acabamentos, o estado de conservação, os equipamentos disponíveis, a facilidade de estacionamento, a proximidade de transporte públicos, de serviços, de comércio e de diferentes infraestruturas (de saúde, educativas, para lazer ou desportivas) públicas ou privadas, são fundamentais para o balizar do preço certo de venda, factor essencial para a obtenção dos contactos dos potenciais compradores, futuros proprietários.

E tudo isso é verdade tanto para uma fracção habitacional, um lote de terreno urbano, uma herdade, um palacete…

Sendo que a avaliação imobiliária é, para muitos, mais uma arte do que uma ciência, a verdade é que o objectivo passa por lhe reduzir ao máximo o carácter subjectivo, rodeando o processo do maior número de dados mensuráveis para que se possa determinar o valor certo, evitando, por um lado, falsas expectativas para os proprietários e, por outro, os prováveis dissabores aquando da – sempre possível – avaliação imobiliária…

Com a WesthousE, pode obter uma avaliação o mais independente possível, profissional e personalizada, sem qualquer compromisso para qualquer uma das partes e, claro, sem qualquer custo para si!.

WesthousE: imóveis na direcção certa!

Determinar o montante de venda de um imóvel vai muito para além da métrica fechada do valor por m2, embora os factores chave habituais, localização, estado, área, tipo e natureza do imóvel permaneçam fulcrais.

De facto, dois imóveis exactamente iguais, na mesma zona, poderão ter um valor diferenciado bastando, para tal, que um tenha uma vista privilegiada…

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